17/05/2016

Pela velocidade das regionais assembleia geral só em 2017

Imagem do site www.douglasduran.com.br
          Na velocidade que a diretoria do SINJUSC está pensando as assembleias regionais (com a primeira em Joinville no dia 03/06 e a segunda regional em Florianópolis dia 20/06), a Assembleia Geral da Categoria deverá ser apenas no próximo ano. A velocidade da nossa ação e de nossa mobilização é que fará surgir ou não ganhos neste ano de 2017.

          Ao aceitar a própria velocidade do Tribunal de Justiça no encaminhamento de suas deliberações o SINJUSC aceita o que está posto. Como havia falado na outra notícia as assembleias regionais deveriam ter sido feitas antes desta reunião e a assembleia geral após ela. Agora o SINJUSC quer fazer duas assembleias regionais com intervalo de mais de 15 dias para cada uma.

          Depois da próxima reunião, com um possível "zero" (agora mais novo e redondo) o SINJUSC irá continuar na sua peregrinação pelo estado com assembleias a cada 15 dias? Uma no início de julho em Blumenau talvez, outra no final em Criciúma, depois uma no início de agosto em Lages, outra no final em Caçador, uma no início de setembro em Porto União e outra no final em Concórdia, em outubro uma em São Miguel do Oeste e outra já no período dos Jogos em Chapecó? Quando teremos a Assembleia Geral para decidir o assunto?

          Se a direção do SINJUSC já aceitou a posição do Tribunal de Justiça não precisa fazer assembleia regional nem assembleia geral, basta entregar a chave do sindicato para o Tribunal de Justiça, pois sem indignação, sem democracia, sem luta nada somos, muito menos um sindicato. (Desculpem o desabafo)

2 comentários:

  1. As regionais têm que ser feitas por nós, para discutirmos ideias e ações e formarmos uma chapa de oposição.

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  2. É o "apocalipse"! Uma categoria ter que exigir cobranças do sindicato para com o Tribunal. Por mais que eu queime meus neurônios não estou conseguindo entender esta lógica. Por favor! Façam um bem pros servidores, pulem fora do barco porque já estamos à deriva.

    Valfrida de Oliveira

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