09/04/2016

6 HORAS JÁ! Jornada menor aumenta produção e traz economia para o judiciário

   
Imagem do site www.sinjusc.com.br
      Já falamos aqui várias vezes! A redução da jornada dos trabalhadores deve ser bandeira de luta de todos nós. Ao reduzir a jornada de trabalho (como já havia sido autorizada por Lei Complementar Estadual) a produção aumentaria, pois trabalhadores adoeceriam menos, trabalhariam com mais vontade, ficariam mais estimulados e menos cansados, e de quebra o judiciário pouparia 1 hora de energia elétrica e demais encargos.


          A direção do SINJUSC afirmou em artigo que não propôs a redução da jornada pois durante o processo negocial do NPCS (onde o próprio SINJUSC se retirou das reuniões para não causar problemas?!?!?!) pois a simples menção da jornada de trabalho fazia com que alguns Desembargadores puxassem a conversa em aumentar a jornada de trabalho para 8 horas. Assim, o medo venceu a esperança e hoje o SINJUSC abandonou o pedido de redução de jornada de trabalho.

          Reduzir a jornada de trabalho traz aumento de produtividade e redução dos custos com a máquina pública. Enquanto alguns acham que trabalhando horas e horas sem parar e numa velocidade ainda maior faz bem para a sociedade e para o judiciário, teremos vários trabalhadores doentes, alta rotatividade, baixa produtividade e alto grau de insatisfação entre os trabalhadores. A jornada de trabalho deve ser reduzida e só faz bem para todos nós!

Com mais salários precisaríamos de menos empréstimos

   
Imagem do site serpenteblog.wordpress.com
      Com mais salários poderíamos fazer menos empréstimos por termos mais dinheiro, ou poderíamos aumentar nossa capacidade de empréstimos sem que isto se tornasse um problema financeiro. Ao pedir prorrogação nos prazos de empréstimo consignado o SINJUSC demonstra que salarialmente não estamos lá estas coisas. Sem ganho real digno, em breve, os trabalhadores do judiciário estarão fazendo empréstimos para pagar mais empréstimos.


          E novamente a rádio corredor sai lançando números. Agora novo colega fala que os valores ficarão pouquinho acima da inflação, algo em torno de 10%. Os números são diversos e cada qual, de acordo com a fonte que procura e escuta trás um número diferente. Particularmente eu gosto dos números altos e considero que devemos lutar exatamente por isto, afinal de contas a perda com a inflação (que está em queda), são consideráveis.

          No outro sábado (dia 16 de abril) o SINJUSC realizará nova assembleia geral dos trabalhadores em Chapecó. Conforme edital apresentarão os dados trazidos da tratativa que acontecerá no próximo dia 11 com a presidência do Tribunal de Justiça. 

Inflação cai e futuro se apresenta melhor nos próximos meses

     
    O IPCA de março fechou no menor nível desde 2012. O número em março fechou em 0,43% e o acumulado nos últimos doze meses ficou em 9,39%, com tendência de queda. Os dados foram publicados hoje pelo IBGE. Com a redução da inflação, segundo economistas, há espaço também para o crescimento da própria economia e como falado num post anterior (CLIQUE AQUI), o aumento da produção com a redução da inflação não podem ser motivos para retirar direitos dos trabalhadores.

          Quando a crise econômica começa a se dissipar ou a amainar como parece acontecer agora, é importante que o cenário se apresente também como otimista. Para tanto é adequado que os discursos de "fim de mundo" e de baixos índices de reposição salarial apontados tanto pelo TJ como por associações que não representam ninguém, sejam revistos. Afinal de contas com um crescimento de mais de 8% nos três primeiros meses de 2016 não podem ser jogados pela janela.

          Inflação em queda (provavelmente em torno de 8,5% na data-base de maio) mostra que a reposição da inflação é aceitável pelos cofres do Tribunal de Justiça e ainda poderia ser considerado o ganho real, já que em 2014 isso não foi observado. Afinal de contas o não pagamento do abono de natal, mais o PL 05 trouxeram uma grande oxigenação para os cofre do TJ, e espero que não seja apenas para pagar as promoções dos magistrados.

07/04/2016

Magistrados são promovidos imediatamente enquanto a promoção dos servidores aguarda...

Imagem do site bolaseletras.blogs.sapo.pt
          Nas pequenas coisas é que temos noção como funcionarão as grandes. O pleno desta semana (06/04) aprovou a promoção de magistrados enquanto a promoção de vários servidores continua aguardando para ser implementada na sua totalidade. Promoção por desempenho (aquela anual) que dá aproximadamente uns R$ 70,00 na conta de cada um está atrasada, falta ainda pagar uma dívida de 25% para os trabalhadores aparentemente, as promoções por aperfeiçoamento ainda vivem num "limbo".

          Aos grandes salários a implementação de uma promoção é imediata, afinal de contas concede um bom ganho para quem se beneficia. As promoções de baixo salário (que fazem grande diferença na nossa vida) são deixadas de lado e serão pagas quando houver dinheiro. O Tribunal de Justiça mostra assim o "equilíbrio de tratamento". A notícia sobre a promoção da magistratura foi assim publicada pelo Tribunal de Justiça:

"O Pleno do TJ, em sessão nesta manhã (6/4), promoveu movimentação na carreira da magistratura de 1º Grau, ao aprovar promoções e opções de juízes. Os juízes Marivone Koncikoski Abreu e Ezequiel Schlemper foram promovidos, respectivamente, para a Vara de Execuções Penais de São José e 2ª Vara Criminal de Jaraguá do Sul. Schlemper, logo após, teve deferido seu pedido de opção pela 2ª Vara Cível daquela unidade jurisdicional, onde já atua. O Pleno aprovou ainda os pedidos de opção dos juízes Maria Paula Kern (Juizado Especial Criminal do Foro do Continente), Jefferson Zanini (2ª Vara da Fazenda Pública da Capital), e Yannick Caubet (2ª Vara Cível de Caçador)."
          Como se observa ainda há muito para evoluir na igualdade de tratamento. Principalmente para trabalhadores menos favorecidos. 

06/04/2016

As mentiras e as covardias de um anônimo

       
Imagem do site www.paralemdoagora.wordpress.com
  Inicialmente pensei em não escrever. Afinal, já conheço as artimanhas deste "jogo" e sei onde levam. Mas uma pessoa que amo muito me fez perceber que é necessário falar algumas coisas para que a mentira não sobrevenha sobre a verdade e que se tire à limpo dúvidas que alguns gostam de plantar.


          No início desta semana uma colega me reencaminhou um email que havia recebido de um tal "João do Vale", e em seguida outro, de um tal "Ari do Vale". São a mesma "pessoa", melhor, são apenas "nomes" que não existem na base da nossa categoria, mas que possuem um propósito: mentir, denegrir imagem, plantar a dúvida...

          Estes Aris e estes Joãos não nascem do nada. Nascem apenas da covardia de uns. Na verdade só prosperam pois a direção de nosso sindicato não cumpre o determinado em Assembleia Geral da Categoria. Infelizmente estes Aris e Joãos, cheios de ódio e rancor, se nutrem do pequeno poder existente hoje na direção do sindicato em não trazer à público aquilo que era para ser de conhecimento de todos.

          É bom lembrar aos amigos que a auditoria do SINJUSC iniciou em 3 de fevereiro de 2014 e teria o prazo de, em 60 dias improrrogáveis, concluir o processo. Na assembleia realizada em Fraiburgo em junho de 2014, uma série de acusações foram realizadas por conta de um relatório inconcluso e não foi dado tempo para as devidas respostas por parte de quem era acusado. Minto, foram dados extensos 2 minutos. Mas naquela mesma assembleia a categoria decidiu que, concluída a auditoria a direção do SINJUSC deveria chamar nova assembleia e tratar do assunto especificamente. Sobre isto eu escrevi um texto em 2014 que acho bom os colegas relerem (CLIQUE AQUI).

          Apenas na Assembleia Geral em Lages (fevereiro de 2015), mais de meio ano após a assembleia de Fraiburgo, é que a diretoria do sindicato entregou a cópia da auditoria concluída para averiguação minha, contudo, não se prontificaram em momento algum em chamar assembleia para tratar do caso conforme decidido em junho de 2014. Na assembleia de março de 2015 (aquela que deliberou pela greve) foi ainda discutido o assunto (conforme se observa no vídeo) e os dirigentes sindicais disseram que já haviam encaminhado o relatório para o Ministério Público do Trabalho (NF 00301.2015.12.00/3) descumprindo assim decisão de assembleia. A decisão do MPT foi a seguinte:

“Posto isso, por considerar incabível, in casu, a realização de investigação pelo MPT, indefiro o pedido de instauração de inquérito civil, com fulcro no artigo 5º da resolução CSMPT n.º 69/2007. Desta decisão caberá recurso no prazo de dez dias, inclusive para oportunizar eventual juízo de retratação, conforme prevê o parágrafo 1º do mesmo dispositivo.
 
Florianópolis – SEDE, 06 de abril de 2015
 
ACIR ALFREDO HACK
PROCURADOR DO TRABALHO”

          A nossa categoria não gosta de um anonimato que se usa de tal recurso para atacar pessoas indevidamente. Principalmente quando as decisões desta categoria não estão sendo cumpridas. O Ministério Público do Trabalho já determinou arquivamento da Notícia de Fato protocolada pela direção do SINJUSC. A direção do sindicato deveria obedecer sua categoria e chamar assembleia geral para tratar do assunto ao invés de gastar tempo e dinheiro à toa.

          Concluindo é bom afirmar que apenas nas sombras e no anonimato é que surgem e florescem as dúvidas. Sempre nos propusemos e cobramos à conclusão da auditoria; sempre trouxemos o assunto à baila aqui no blog, e queremos o direito de poder responder não para o "Ari" ou para o "João", que não são da nossa base, mas para toda a categoria aquilo que é importante: ter um sindicato atuante e forte. Enfim, é sempre bom deixar as coisas claras, é necessário trazer para a luz e tornar público aquilo que alguns gostam de esconder, pois o que vive na sombra tem cheiro horrível de mofo.

          Termino esse longo texto com um email resposta feito por uma colega de judiciário que respondeu para o tal Ari do Vale:

“Concordo com tudo isso, até pq fui oposição por 15 anos e uma ferrenha defensora da atual diretoria, que ajudei a eleger, mas que se fechou numa masmorra de vidro e esqueceu do contato com os filiados, mas, não faz parte da minha personalidade dar crédito à quem não tem nome.”

Neusa Cassol

1/2 do 13º dia 15/04 e data-base 12%?

 
Imagem do site www.pixabay.com
        A ideia é ter mesmo um montão de números no título desta notícia. 
E quanto maior o número melhor. E é importante afirmar, nada do que eu estou dizendo neste post é fato, apenas a famosa "rádio corredor" à todo vapor. Um colega de judiciário que eu prefiro não dizer o nome me falou que o Desembargador Torres Marques será o melhor presidente que todos nós já tivemos. Eu torço sinceramente para que isto se torne uma realidade e desde já desejo uma ótima gestão ao atual Desembargador Presidente. Esse colega disse que a metade do 13º sai até o dia 15 e que na data-base é "bater e valer", 12%.

          Em alguns momentos eu observo claramente o "bode na sala". O cenário pode não ser dos melhores, mas também não é lá dos piores. Neste sentido qual a razão de não ficar lançando notícias ruins para, em seguida, surpreender os colegas com "algo bom"? É uma ótima estratégia, afinal de contas se colocaram apenas 3% como proposta de aumento salarial e chega-se ao percentual de 12% todo mundo fica feliz. Diz-se que não há dinheiro e não falo nada do assunto mas pago metade do décimo em abril, como sempre...

          Muitas notícias ruins são plantadas com objetivos que não ficam claros para todos. O "patrão" e a "mídia" sempre fazem um discurso de que "as coisas estão ruins". Foi, é e será assim daqui até o fim dos tempos. Enquanto isto os trabalhadores devem demonstrar que, ao repartir o dinheiro e dar um pouco mais para quem ganha menos as coisas melhoram, a economia gira mais rápido e o dinheiro que saiu por um lado, volta pelo outro. 

          Eu prefiro aguardar e ver como as coisas realmente andam. Como falei num post anterior a economia cresceu no primeiro trimestre mais de 8%. Com todos os cortes de gastos o Tribunal também deve ter economizado um bom dinheiro, assim talvez surja ali na frente (espero em breve) como disse esse meu amigo a metade do nosso 13º, e que o percentual da data-base seja realmente alto (tomara que você esteja certo).

PS. Gostei quando ele cravou o número: 12%

05/04/2016

Para apreciar as contas em Chapecó, elas não deveriam estar publicadas?

 
Imagem do site www.noticiei.com
        Estranhamente somos chamados para uma Assembleia Geral em Chapecó (não é em Fraiburgo é bom lembrar) para entre vários pontos de pauta analisarmos também as contas do exercício de 2015 e sequer temos a possibilidade de ver um balancete do ano de 2015.


          Noutra gestão este sindicato sempre publicava a Ata do Conselho Fiscal, publicava os balancetes e fazia as considerações que achava importante trazer para discussão com a categoria. Tudo isto era impresso e também disponibilizado via eletrônica para que todos pudessem questionar e analisar o que estava acontecendo.

          Nestes tempos a direção do sindicato prefere não mostrar muita coisa. Aparentemente quanto mais escondido melhor. Não se publica um balancete (promessa de campanha lembram?), não se publica a Ata do Conselho Fiscal, não há registro fotográfico de nenhuma análise do Conselho Fiscal sobre as contas do sindicato, nada! Apenas o informe que as contas serão apreciadas em Chapecó. Não poderia ser um pouco diferente?