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Pode parecer bobagem mas na verdade não é. Ao aumentar ainda mais o valor pago para um cargo comissionado o Tribunal de Justiça (agora com o de acordo do SINJUSC) diz para onde pretende destinar sua atenção. Aos trabalhadores pouco mais de R$ 80,00 na base salarial do NPCS, enquanto mais 10% de adicional de representação de um Diretor-Geral o valor chega próximo de R$ 3.154,00 (só no adicional). Ou seja, três mil reais a mais por um NPCS em que os cargos comissionados nem precisaram fazer greve, enquanto os trabalhadores estão pagando 300 horas e ganhando (se ganharmos) R$ 80,00.
Se o Tribunal de Justiça quisesse fazer um NPCS viável, deveria inicialmente extinguir o adicional de representação de qualquer cargo comissionado, afinal, já recebem o valor do cargo em comissão, deveriam também pensar em extinguir o "pedido de opção" pelo cargo efetivo, afinal, não garantem a estabilidade financeira dos trabalhadores, e por fim deveriam valorizar verdadeiramente os cargos efetivos. Com isto o NPCS fica barato, mas fazer um NPCS barato nunca foi opção do TJ, o TJ sempre quis fazer um NPCS impagável.






