01/03/2019

Oposição quer SINJUSC contra o PCS

Imagem do site blogdotarso.com
          A Luta pelo PCS, como já afirmado inúmeras vezes por este blog, não é de uma gestão, mas de uma categoria. Demora tempo para conquistar um PCS, mas alguns acharam que bastava fazer o projeto, protocolar e talvez colocar uma faca no pescoço de alguém para que ele fosse aprovado. Não funciona assim e é por isso que nunca largamos a bandeira do PCS (seja PCS, NPCS, PCS2, etc.).

          Ao colocarmos como ponto de pauta o PCS na próxima assembleia estamos trazendo para a categoria uma proposta da primeira parte da implementação daquele mesmo NPCS que está parado junto ao Gabinete da Presidência. Não se está criando nada de novo, apenas aprimorando um formato de implementação gradual, que aos poucos vá se aproximando e dando condições para que seja implementado no futuro o tão sonhado PCS.

          Aumentar o número de referências, possibilitar que haja a "quebra de limitador", implementar um adicional de qualificação, são estudos que estamos fazendo e iremos apresentar para todos os trabalhadores na próxima assembleia, sem que com isso se crie algo necessariamente "novo", mas uma nova forma de "fazer acontecer".

          A oposição tem que entender que projetos são de uma categoria e não de uma direção. É neste grande detalhe que nos diferenciamos e muito. Enquanto lutamos por toda uma categoria, não pensando em "eleição ou reeleição", fazemos aquilo que é melhor para todos e não para quem está dirigindo o sindicato. Convidamos todos e todas da oposição para formar fileira em favor do PCS. Afinal de contas, quem é contra?

26/02/2019

A barraca "Lula Livre"!

          Calúnia e difamação. É isso que se conclui da fala daqueles que fazem oposição sistemática, ao invés de discutir a Reforma da Previdência, que quer retirar ainda mais o direito dos trabalhadores, decide por contar mais mentiras sobre o Presidente do SINJUSC, sem se preocupar com a honra da pessoa e da entidade que representa.

          Extrai-se do texto da oposição: "Atualmente o Presidente “Laranjão”, dedica seu dia na barraca do Lula Livre na praça XV em Florianópolis onde é visto diariamente".  (Do site maisjustica.worpress.com)

          Ora. Inicialmente o respeito às pessoas que dirigem a entidade, por mais que tenham qualquer defeito, deve ser mantido. Contudo, falar mentiras, principalmente dizer que o Presidente do SINJUSC dedica suas horas diariamente à barraca "Lula Livre" é um absurdo.

          Na semana passada aconteceu em Florianópolis aula-pública sobre a Reforma da Previdência, onde o SINJUSC se faz participar com o seu Presidente. Assim, convidamos os colegas para verem abaixo a declaração das pessoas que trabalham na Praça XV de Florianópolis sobre o ocorrido. O que se repara é a utilização indevida de fatos com versões vergonhosas para a oposição. Segue o vídeo:


22/02/2019

Oposição quer que SINJUSC seja contra VPNI

Imagem do site www.sinjusc.org.br
          A oposição quer que o SINJUSC seja contra a VPNI? Quer que o SINJUSC, junto com o SINDALESC, junto com o SIMPE, junto com a Associação dos Servidores do Tribunal de Contas e outras entidades que sempre agiram de forma unitária contra o corte das VPNIs seja contra este direito dos trabalhadores? Para isto a oposição não poderia simplesmente dizer que saiu da primeira reunião constituída com este grupo de entidades e decidiu agir sozinha contra o acordado em reunião?

          Sim colegas. Como sempre falamos e você pode ver aqui nestas publicações clicando AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, só para ter alguma ideia daquilo que foi falado e construído sobre a VPNI em 2018. Ou seja, falar que somos contrários à VPNI e que nunca agimos em favor dela é um absurdo, basta falar com os presidentes dos demais sindicatos da área pública e que estão sendo afetados pela decisão do "amigo" Ministro Alexandre de Moraes (amigo do Laércio e do Mauri que decidiu cancelar esse benefício, com amigo assim eu não quero inimigo).

          O que nunca falamos, pois o site do sindicato não é para isso, é que o Sr. Maurí Raul Costa virou às costas para este coletivo de entidades e decidiu por agir sozinho, como sempre, e atravessou uma série de ações não coordenadas, o que, ao ver do grupo e de várias bancas de advogados, teria a possibilidade de piorar a situação.

          Como eu disse no meu blog, eu recebo VPNI e sou à favor da estabilidade financeira (que esta VPNI não concede estabilidade financeira, quem percebe sabe disso), o que o blog e eu questionei sobre a legalidade é sobre pessoas poderem ter direito à VPNI apenas tendo se utilizado de cargos comissionados e ao final da vida, terem ingressado no serviço público apenas para "garantir" essa vantagem, coisa que não foi alterada na lei.

          O SINJUSC, como fez desde o início desta gestão, defenderá a manutenção da VPNI. A oposição é que deve entender que perdeu a eleição, e que a categoria escolheu quem deveria representa-la legalmente. Quem age sem a devida representação legal da categoria é que deveria entender isso. Assim, o SINJUSC vai continuar agindo em favor da categoria, mesmo com a oposição que pensa que ainda é Diretora do SINJUSC. Triste ver gente que não respeita acordos em mesa querer se por como salvador da pátria. Não sou amigo do Ministro Alexandre de Moraes, que quis ferrar conosco, prefiro ficar com meus verdadeiros amigos.

16/02/2019

Truculência se vence com o diálogo

Imagem do site sergiopontesadvocacia.com.br
          Dialogar é sempre a melhor forma de achar solução para as coisas. Por esse motivo a atual diretoria sempre buscou o diálogo com todos e todas. Buscou diálogo com a categoria visitando todas as comarcas, buscou diálogo com o Tribunal de Justiça sempre se colocando aberto para negociar, buscou diálogo com associações para fazer avançar nossas demandas. Assim, a truculência deve sempre ser refutada em favor do diálogo.

          Quando construímos nossa pauta em 2018 todas as associações foram convidadas para participar e construir em conjunto nossas lutas. As pautas de todas as associações foram incorporadas às lutas do sindicato. Disfunção, nível superior dos técnicos, PCS, adicional de qualificação e todas as demandas foram incorporadas à pauta para lutarmos juntos. Em 2019, na reunião do sindicato com o Presidente do Tribunal, novamente todas as associações foram convidadas a participar do encontro a fim de demonstrar unidade. Infelizmente, truculência de uma parte de associações se mostrou mais forte ao invés do diálogo.

          Ao final do ano passado (2018), quando a Justiça do Trabalho determinou que o SINJUSC deveria representar legalmente os Oficiais de Justiça como sindicato a atual diretoria foi conversar com o representante da ACOJ, colega Fernando Amorim, para que enquanto a decisão final da Justiça não se apresente, trabalhássemos em conjunto para o bem de todos os Oficiais de Justiça, afinal, quem perde com a desunião é o trabalhador na base. Infelizmente o mesmo decidiu por não querer dialogar.

          Em 2018 a Associação das Assistentes Sociais e a Associação dos Psicólogos, junto com o SINJUSC, lutou e derrotamos o PLC 14, que terceirizava o serviço de Psicólogos e Assistentes Sociais. Em 2010 SINJUSC e ACOJ estavam juntos na ALESC para construir o nível superior dos Oficiais de Justiça, novamente, vitória da categoria. Assim, buscar o diálogo é fundamental para avançarmos nas conquistas. A truculência vem de um lado e nós, ao contrário, buscaremos sempre o diálogo para enfrentar a truculência. Nosso adversário, como sempre, não deve estar entre nós, e reafirmamos que estamos sempre de portas abertas para construir o diálogo, vamos conversar?       

15/02/2019

Tem gente que "só pensa....... Naquilo"!

   
Imagem do site www.televisaouol.com.br
          Importante afirmar que atualmente a grande maioria dos trabalhadores do SINJUSC foram contratados pela antiga diretoria. Após alguns meses da posse da atual diretoria (2016/2019), algumas pessoas decidiram procurar um novo emprego por vontade própria, outras duas pessoas foram desligadas e os quadros foram recompostos com profissionais da mais alta qualidade a fim de desenvolver as atividades necessárias em favor dos trabalhadores do judiciário.

          Segundo um site de oposição as contratações de trabalhadores do SINJUSC são exclusivamente feitas por pessoas ligadas ao PCdoB. Estranho, conheço apenas uma pessoa que trabalha no SINJUSC e que possui filiação à esta agremiação partidária, e ainda com profundas críticas ao seu próprio partido. Do total de 10 profissionais que atuam diariamente no SINJUSC, apenas um seria deste partido. Os demais colegas de trabalho eu não tenho a menor informação de suas preferências políticas partidárias, afinal, não é isso que conta para trabalhar nesta entidade, mas a qualidade dos profissionais.

          Além de trabalhadores contratados o SINJUSC também possui assessorias e outros profissionais que ajudam a construir este sindicato. Lembro do querido colega Maurízio, chargista que ilustrou vários materiais do SINJUSC e que é um anti-comunista declarado. Dos ótimos profissionais Sandro e Paulo da Florigraf, que declararam voto no Bolsonaro. Do colega Alex, arte-finalista da mais alta qualidade e que também trabalha nesta gráfica e votou no Amoêdo. Por esse motivo, do voto ou da preferência partidária deveríamos então trocar de profissionais ou de gráfica? Prestam grande serviço ao SINJUSC e à categoria e devemos observar apenas qual a preferência partidária e não a qualidade profissional?

          Tem gente que gosta de construir um profundo medo de partidos políticos (mas eles mesmos são filiados à partidos), mas esquecem que para trabalhar numa entidade não pedimos a carteirinha de filiação à qualquer agremiação partidária, da mesma forma como não se pergunta se a pessoa é católica ou protestante, ou se é heterossexual ou homossexual. Trabalhador e Assessor se medem pela qualidade. Mas tem gente que "só pensa.........Naquilo!"

13/02/2019

O "Camarada Comandante" e a tesouraria do SINJUSC

          Alguns gostam de criar uma série de apelidos para a minha pessoa. Existem colegas que me chamam de "Cabelo", há entre colegas de escola os que chamam de "Pombo", na família eu sou o "Cuca" e os de oposição que criaram uns tantos outros apelidos, como o "Camarada Comandante". Eu aceito todos eles, mas gosto de ser chamado pelo nome que meu pai me deu, Cláudio Del Prá Netto, nome que guardo com profundo orgulho, mas neste texto vamos falar da Tesouraria do SINJUSC.

          Ingressei nesta chapa como 2º Secretário de Formação Sindical, afinal, a formação em licenciatura em história sempre me atraiu pela possibilidade de conversar sobre o tema. A colega Silda Debus Coelho era a Tesoureira, amiga de longa data (trabalhou com minha mãe no Fórum da Capital), e como 2ª Secretária de Finanças a colega Liliane de Fátima Araújo, Comissária da Infância de Chapecó. Silda, ainda no primeiro semestre de 2017, após assumirmos a Direção do SINJUSC, teve a confirmação de que seu marido estava com câncer, e não havia possibilidade de salvá-lo. Apesar de tudo tocou a tesouraria do SINJUSC quase até a morte do marido, quando eu assumi sua função, numa reunião de diretoria que efetuou o remanejamento de cargos (fato que acontece em várias diretorias sindicais do país), pois Liliane não poderia se deslocar para Florianópolis uma vez que possui família em Chapecó.

          Essa foi a forma pela qual eu assumi a Tesouraria. Quando recebemos o sindicato em dezembro de 2016, havia em aplicações o valor de 106 mil reais. Lembro que em 2016 a diretoria do SINJUSC realizou apenas uma assembleia geral em Chapecó, com 50 pessoas. Realizou o Congresso do SINJUSC em Balneário Camboriú em apenas um dia (das 9:00 às 17:00 horas), e visitou durante meses todas as demais comarcas do Estado até a data da eleição.

          Hoje estamos em fevereiro de 2019, último ano desta gestão. O "Camarada Comandante", também Tesoureiro do Sindicato, mesmo sem o imposto sindical (aproximadamente sem meio milhão em 2018 e também sem o mesmo meio milhão em 2019) possibilitou que as aplicações do SINJUSC em 31/12/2018 estivessem com o valor de R$ 430.086,73. Mesmo tendo feito as Conferências dos Delegados Sindicais, mesmo tendo feito o Encontro de Mulheres, mesmo sem ter falhado com o Encontro da Experiência, mesmo tendo feito os Jogos em Balneário Camboriú e Palhoça, mesmo tendo feito a Revista Valente, mesmo tendo feito o Congresso o Judiciário do Futuro, mesmo encaminhando lembranças de natal para cada filiado, mesmo tendo entregue camisetas para cada trabalhador em 2017 e 2018, mesmo tendo visitado todas as comarcas em 2017 e 2018, mesmo tendo reformado todo o prédio do sindicato, mesmo tendo feito tudo isto e sem o imposto sindical acredito que estamos melhores do que quando recebemos este sindicato.

          Eu sei que muitos estão reclamando que o sindicato está "gastando muito". Mas eu acredito que os colegas querem dizer que na verdade, estamos "fazendo muito", com muito menos dinheiro, dando retorno muito maior para o sindicalizado, respeitando a data-base, negociando a greve, fazendo formação, e avançando naquilo que é possível avançar nestes momentos. Muitos podem não gostar, mas estamos muito melhor do que estávamos em dezembro de 2016, e está tudo transparente no site do SINJUSC. Forte abraço.

Blog faz "mea culpa"

   
Imagem do site www.washingtonpost.com.br
      Este blog, para os amigos que conhecem, sabe que fazer correções e afirmar o "mea culpa" não é nenhum problema. Quando erramos, nada mais grandioso do que mostrar o erro, pedir desculpas e apresentar a verdade, que é onde deve residir o nosso princípio mais básico. Assim, este blog afirma claramente que o colega Borba, Comissário da Infância de São Francisco do Sul e ex-dirigente do SINJUSC na última gestão já finda, teve sim seus descontos efetuados de greve, afinal, naquele período ele não era liberado e assim, tendo feito greve teve os descontos, e os ressarcimentos conquistados, pela atual diretoria que soube negociar o final da greve.


          Mas esse blog reafirma também que não estava tratando da greve de 2015, quando ele era diretor (afinal muitos de nós fizemos aquela greve), e tampouco daquela famosa greve dos anos de 1980, quando nosso salário ainda era vinculado ao salário dos magistrados, ou seja, a relação de enfrentamento era diretamente com o Poder Executivo, e para isto alguns magistrados até fomentavam a participação na greve pois os mesmos também teriam aumentos salariais, nos mesmos padrões e proporções que os trabalhadores simples do judiciário.

          Difícil foi fazer greve como em 2004 e 2005. Nestes anos não havia vinculação salarial com os magistrados, ou seja, não havia o "apoio velado" da magistratura. Nestes anos a greve foi difícil, teve gente que já liderou esse sindicato e fugia da greve como o diabo "foge da cruz". Nestas greves a dificuldade era enorme, e só quem teve muita coragem dela participou, assim como em 2012, quando associações desrespeitando a decisão da categoria não participaram da greve e pior, lançaram notas contra a mesma afirmando que o PCS2 já estava garantido, motivo pelo qual a greve era política. Tá aí no bolso de todo mundo a resposta, aquela greve de 2012 veio somente em 2015, mas daí o tempo era outro, e o que poderia ter sido conquistado foi jogado na lata de lixo por alguns que só queriam ganhar o sindicato.

          Forte abraço Borba!