30/01/2019

Oposição batendo cabeça

Imagem do site depositphotos
          A oposição, sem ter o que criticar, fica batendo cabeça. Triste ver tanta falta de respeito e qualidade nos textos, afinal, falar bobagens e contar mentiras não deveria ser o papel da oposição, esta deveria vir nos debates, criar e ajudar a categoria, propor ações em favor dos trabalhadores, mas prefere mentir e bater cabeça, afinal, a oposição quer faixas ou não quer faixas?

          No penúltimo texto publicado pelo site apócrifo da oposição (quem é que precisa se esconder para falar o que pensa?) eles questionam: "cadê os outdoors, as faixas de rua e tudo mais que diziam que iriam fazer?"

          No mesmo parágrafo afirmam uma série de mentiras, entre elas que Paulo Guilherme Ruver é da chapa atual, o que nunca foi, basta olhar a lista de membros da Diretoria, do Conselho Fiscal, dos Representantes Regionais e mesmo Delegados, Paulo Ruver, quadro histórico do SINJUSC, foi na verdade da Comissão Eleitoral e hoje atua como membro do NAP.

          Voltando as faixas é bom afirmar que o blog maisjustiça questionou profundamente a FENAJUD, junto com o SINJUSC, pelas faixas estendidas na rua em frente ao hotel Majestic em Florianópolis na reunião do colégio de presidentes, quando perguntamos aonde estava a justiça para os servidores públicos, para as mulheres, para os trabalhadores, para o cidadão. Ou seja, a oposição reclama quando nós cobramos do TJ e depois afirma que nós não fizemos nada?

          Qual foi a faixa estendida pela antiga diretoria na frente do TJ na greve de 2015? Todas as faixas foram feitas por quem esteve na greve e não de quem ficou se escondendo da greve em 2015. Não fugimos da luta para regularizar nosso afastamento com a fakenews "doação de sangue", pois nem isso aconteceu segundo relatos, mas apenas cadastro para doação de medula. Vamos fazer greve AESC? Vamos fazer greve ATJ? Então qual o motivo de em 2012 essas entidades lançarem notas contra a greve decidida em Assembleia Geral da categoria sem sequer realizar assembleia da associação? Afinal nestes anos os encontros das Associações foi apenas em dezembro.

          Bater cabeça e ficar postando fakenews facilita apenas para confundir. Essa técnica hoje é usada por vários candidatos para tentar se eleger. Não estão preocupados com a verdade, com o bem de quem dizem querer representar. Batem cabeça de forma tão tresloucada apenas para chamarem a atenção e para que todos esqueçamos do fracasso da greve de 2015, da data-base zero em 2016, do prédio deixado aos pedaços em 16 de dezembro. Vamos discutir o que é importante. Vamos falar de salário. Que tal?

A ATJ é vermelho comunista?

 
Imagem do site www.jipemania.com
        Lembro sempre deste ditado que meu falecido pai dizia: "não se mexe com quem tá quieto". Bem, como o site apócrifo começa a destilar suas mentiras e inverdades é necessário então reacordar este blog e começar a dizer as verdades que precisam ser ditas.


          Estranhamente as bobagens afirmadas no site do maisjustiça (na verdade menos justiça) parecem não ter fim. Acho incrível criticar este blog, que ficou adormecido, para ficar falando de "cor de bandeira". Afinal, olhando o estatuto da nossa mais famosa associação que lançou o estrondoso: "parabéns TJAs pelo nível superior", notamos que as cores que a representam são, segundo seu próprio estatuto o "VERMELHO" e o preto. Está assim logo no artigo 1o.

          § 3º – A ATJ será representada pelas cores vermelho e preto;

          Quão estranho então é termos uma entidade que se diz "incolor", usando as cores dos "comunistas", a cor dos "petistas", a cor da "China", ou mesmo a cor da "Coca-Cola", ou do "McDonalds". Estranho o senhor Laércio ter escolhido exatamente estas cores para dizer que representava a ATJ. Seria o presidente da ATJ um "comunista" enrustido? A palestra mostrando que o símbolo do SINJUSC é na verdade a foice e o martelo foram só o começo. Afinal como explicar que a cor que representa essa entidade (ATJ) é o vermelho se eles possuem verdadeiro horror ao vermelho?

          Essa postagem é apenas a primeira de uma série que começamos agora a fazer, afinal, as mentiras ditas pelo site apócrifo terão respostas e esta é apenas a primeira para demonstrar o quão mal intencionado é um grupo que faz de tudo, mentindo, iludindo, sendo parcial, para tentar destruir um sindicato e por de joelhos uma categoria de trabalhadores ao seu patrão.

          Não se deve falar mal dos mortos, afinal, eles podem voltar a assombrar essas pessoas que se acham "vivas"! 

Cláudio Del Prá Netto

03/05/2018

Nasce uma "velha" entidade

          Quando se perde uma eleição sindical o ideal é que o grupo perdedor passe para a oposição, atue continuadamente dentro dos espaços democráticos do campo sindical, ajude a categoria a avançar nas conquistas, pense em primeiro lugar nos trabalhadores e na entidade, contudo, infelizmente não é o padrão. Quando alguns perdem no voto o direito de dirigir a entidade criam novas "instituições" para não perderem seu status.

          Em 2014, a então direção do SINJUSC saiu dos quadros da FENAJUD, afirmando irregularidades. Contudo, em 2016 foi "encontrado" o documento que garantia o nosso direito de filiação. Afirmo aqui aos colegas que não era favorável a gestão que coordenava a FENAJUD em 2016, mas sempre defendi a filiação na entidade. Quando a Direção do SINJUSC em 2016 percebeu que a Direção da FENAJUD era "alinhada" em pensamento ideológico à gestão do SINJUSC isso fez com que problemas "técnicos" deixassem de existir e a Direção do SINJUSC então se juntou à FENAJUD.

          Quando ocorreu a eleição da FENAJUD em 2017, em Curitiba, o grupo que estava à frente da FENAJUD perdeu. Por isso seus aliados aqui em Santa Catarina foram contra a ida dos delegados do SINJUSC para o Paraná. Criaram uma "mentira" partidária, tratando um grupo como "vermelhos" e outro como "não vermelhos". É bom afirmar que em ambos os grupos havia "vermelhos" e "não vermelhos", e não foi isso que definiu a eleição, ao contrário, foi a ideologia em favor dos trabalhadores que uniu cada grupo.

          O grupo perdedor em 2017 decidiu sair da FENAJUD. Esse grupo, ou "a velha FENAJUD" não quis ir para a oposição, quis criar uma nova Federação e para isso chama todo e qualquer órgão para apoiar a ideia antiga, de sindicalismo e associativismo submisso, pelego, que está ali para garantir "cargos" e "liberações" para seus dirigentes. Infelizmente tem gente que chama isso de "novo", mas isso não é novo, sequer é velho, é na verdade, como diria Ulysses Guimarães, VELHACO!

          Podemos e devemos escolher sempre onde estar, mas temos que respeitar principalmente as questões democráticas que existem, sem querer, por ter perdido uma eleição, "rachar" uma categoria, "rachar" um sindicato, "rachar" uma federação. Quem pensa assim não está preocupado com os trabalhadores, está preocupado consigo mesmo e infelizmente alguns ainda pensam assim aqui em Santa Catarina. É bom afirmar, JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

"Sem foice e sem martelo", mas as outras ferramentas podem...


        Não é engraçado pois é triste. A "oposição inominada", para a qual a atual Direção do Sindicato não faz qualquer movimento ríspido, ao contrário, fez questão de publicar no início de Abril uma nota criticando profundamente a atual Direção do SINJUSC de "partidarismo", contudo não faz qualquer crítica à ATJ quando esta publica propaganda eleitoral em favor de seus candidatos. É hora de discutir Política com "P" maiúsculo.

          Que bom que colegas de nossa categoria se coloquem à disposição para atuar nas eleições. Que bom que alguns deles acreditam na política, pois é somente por ela que teremos avanços em nossa sociedade. Que bom perceber a afirmação que "não existe salvador da pátria", pois com certeza ele não existe. Somente com o esforço coletivo, dialogado é que teremos um futuro melhor, seja com "progressistas", seja com "comunistas", seja com "democratas", seja com "petistas", seja com "patriotas". O importante é estes poucos "alguns" que se arredam como donos da verdade, baixem suas armas e passem a dialogar ao invés de atacar, pois a política de ódio cria um clima ruim para a sociedade e para a categoria.

          Que surjam muitos candidatos em nossa categoria. Que muitos participem ativamente de suas agremiações partidárias, pois só assim poderemos avançar. Que este processo engrandeça nossa categoria e apequene estes que já são muito pouco para que se reduzam a nada, afinal, é importante existir a pluralidade de ideias, de pensamento e de ações. A democracia se faz com todos e não para alguns apenas. Boa sorte aos colegas candidatos e que estes lutem por todos nós.

04/03/2018

"Enquanto mentir for opção, enfrenta-la será um direito"

Imagem do site blog.submarino.com.br
          Importante saber diferenciar a palavra "ocupar" da palavra "invadir", e ao omitir a Emenda Constitucional 26, que está impressa neste mesmo banner à frente do SINJUSC alguns nada mais fazem que propalar sua concepção social. Reafirmamos aqui o artigo 6º da nossa Constituição: "São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição." 

          A Emenda Constitucional 26 foi produzida em 14 de fevereiro de 2000, no Governo FHC. E defende-la é obrigação do SINJUSC, conforme seu próprio estatuto preconiza no seu artigo 3º, letra i: "...lutar pela justiça social e direitos fundamentais do homem". Ou seja, é também dever do nosso sindicato atuar em causas importantes como esta, seu custo? O preço de um banner.

          Ocupar o banner na frente do SINJUSC, para dialogar com a sociedade; ocupar os espaços de comunicação social como blogs, para contrapor o discurso baixo e pequeno, ocupar espaços de discussão como debates, para enfrentar a política rasteira, ocupar as galerias da ALESC para exigir e defender o direito das mulheres, ocupar os meios de comunicação para propalar que muitos morrem sem amparo do Estado. Essa é a definição do nosso ocupar.

          Que a oposição venha nos fóruns democráticos do nosso sindicato e demonstre onde o SINJUSC gastou dinheiro em fins não sindicais. Diferente da oposição não temos medo do debate franco e aberto. Nós fomos à Brasília defender a Previdência Pública (e nossa luta, com pessoas sendo recebidas com gás de pimenta valeu a pena), nós fomos à Curitiba, (e mesmo com oposição fazendo baderna e querendo briga, vencemos no diálogo) e hoje somos dirigentes da FENAJUD, essas são as conquistas que a oposição queria que nós perdêssemos, mas não perdemos.

          Ao atacar a produção de material para defesa da previdência, para a conquista do PCS, para a luta em favor da pauta de reivindicação da categoria, a oposição quer esconder que seus gastos com Cafeteira de Luxo, com TVs de LED de 50", com sofás para ficarem refastelados na sede do sindicato, comprando carros de luxo, pagando consultas médicas de R$ 500,00 para médicos de Fraiburgo, e tantas outras coisas. 

          Obrigado à oposição, que desmerecendo o trabalho e a luta de nosso sindicato e nossa categoria demonstra bem de que lado está, que não é o lado do trabalhador, é o lado do opressor, é de quem tem o "chicote na mão" e não se cansa de avançar sobre os direitos. Que a oposição use suas forças para enfrentar nosso real inimigo, e não ficar recriando fantasias antigas de 1950, onde eram os "comunistas que comiam criancinhas".

02/03/2018

Eles podem e fazem, mas nós não?


 
Imagem do site www.amc.org.br
        O carnaval foi animado para a magistratura. A sede balneária da Associação dos Magistrados Catarinenses foi palco de um grande baile de carnaval com feijoada e tudo mais. (CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A NOTÍCIA)

          Muito bacana a iniciativa que serve para integrar a categoria na festa mais popular do Brasil.

          A grande questão é: e se o Sinjusc tivesse promovido a volta do Bloco Dona Justa, qual seria a reação geral? Provavelmente, haveria uma chuva de críticas sobre o papel do sindicato, as prioridades, etc.

          Foi um erro da direção do sindicato não estimular a volta do Dona Justa? Bloco tradicional que se unia os trabalhadores do judiciário e à tantos outros blocos nas ruas do centro de Florianópolis? E cobrava para isso, pois o dinheiro era arrecadado pelo SINJUSC que fazia as compras do material, servindo apenas como organizador.

          Comemorações e festas são eventos integrativos, criam laços importantes para o desenvolvimento da própria atividade sindical. Festejar e/ou comemorar não é sinônimo de “bagunça” ou “farra despropositada”. Basta observar que grandes atos políticos muitas vezes têm a presença de cantores ou personalidades (engajadas) para trazer cultura e até mesmo leveza para o ambiente.

          A luta é dura, mas é possível fazê-la com cultura, leveza e arte.

01/03/2018

Oposição não critica criação de 462 cargos em comissão?

Imagem do site psico.online/blog
          Estranhamente um silêncio reverbera nos blogs oposicionistas do SINJUSC. Nenhuma das Associações e Blogs Anônimos, tão ativos em criticar o sindicato por "virar à esquerda ou virar à direita" fizeram qualquer menção ao gasto de mais de R$ 64 milhões com comissionamento sem concurso público. Sabe o que isso quer dizer: "Eles são favoráveis ao fim do concurso público".

          Até as maiores redes de comunicação de Santa Catarina questionaram o fato, dando destaque em jornais televisivos e impressos. Colocaram quase 20 minutos de reportagem sobre esse assunto que afeta todos nós, até os servidores puramente comissionados, que com toda a certeza gostariam de ocupar um cargo efetivo e não ficar à mercê de ir para a rua a qualquer momento. Enquanto isso o silêncio tão revelador da oposição.

          Questionar o que precisa ser questionado é fundamental. Acesso aos cargos públicos somente com concurso público. Isso poderia e deveria ser assumido pela oposição, tão fortemente quanto pelo sindicato, mas é neste momento que reparamos onde cada um realmente está. Qual lado estão os opositores hoje, fácil: "DEFENDEM, INFELIZMENTE, O FIM DO CONCURSO PÚBLICO".