O tempo passa rápido e o prazo escorre pelos dedos do Tribunal de Justiça. A categoria já apresentou sua proposta e deliberou pelo estado de greve além de iniciar o movimento de paralisação das atividades na próxima quinta-feira (09/04). O Tribunal tem o prazo de até quarta (dia 08/04) para colocar na mesa se aceita ou não o pleito da categoria.
O SINJUSC publicou nota rebatendo claramente cada um dos pontos que o Tribunal de Justiça apresentou sobre o ofício enviado ao Presidente Nelson. Em síntese, benefícios pontuais e apenas para segmentos da categoria não interessam aos trabalhadores no geral. A política de segmentar a fim de esvaziar a greve foi rechaçada pela categoria. É hora do Tribunal rever sua estratégia de remuneração e caminhar para ganho real de todos os trabalhadores, e não apenas para alguns.
A assembleia do dia 31 foi importante. Mostrou quem está disposto a lutar e organizar a categoria para este importante momento. E este momento pede coragem e bravura de todos os que estão dispostos a lutar, e isto não pode ser confundido em momento algum com raiva ou destempero. Devemos focar em nosso real inimigo, a política remuneratória do Tribunal de Justiça, devemos perceber que o orçamento é uma peça em disputa e que está na hora dos magistrados entenderem que se os subsídios deles está defasado, o nosso vencimento que é de aproximadamente 10% do valor da remuneração de um magistrado mal sustenta nossas famílias.
Até o dia 9 de abril temos que estar preparados para a greve. Não para uma greve qualquer, mas para a maior greve que pudermos construir. Com unidade, com objetivos em comum, com solidariedade e buscando o bem maior para a nossa categoria. Dia 9 não tenhamos dúvida, é Greve!
06/04/2015
"Pé na estrada!" Diretoria tem que conversar com a categoria
Mil é quinhentas pessoas é bastante gente, mas temos quase 7000 (sete mil) trabalhadores efetivos dentro do judiciário catarinense, ou seja, é necessário ainda conversar com 5500 (cinco mil e quinhentas) pessoas. Há que conversar e escutar, há que convencer, há que discutir sobre a greve. Para tanto os Diretores liberados do SINJUSC devem fazer o que se espera que façam. Caiam na estrada, com panfletos, com camisetas, com cartazes e construam esta greve!
A categoria está empolgada. A assembleia deu mostra disto, mas independente de tudo é necessário ainda mais, muito mais. Não dá para ficar encastelado num sindicato esperando que a base faça tudo. O SINJUSC possui hoje 6 (seis) diretores liberados, o dobro praticamente do que tinha até 2013, e quantas comarcas os Diretores (eu disse diretores e não membros do comando) visitaram? Na verdade quem são os diretores liberados do sindicato? Boa pergunta, pois o SINJUSC não divulga na sua página quem é liberado ou o que fez nestes últimos anos e tampouco seus telefones celulares para serem chamados para discussão.
Os liberados, pelo que pude reparar devem ser Laércio - Presidente, Luisão - Secretário Sindical, Carlos Wehle - Secretário Geral, Valdevino - Tesoureiro, Mauri - Jurídico, Mara - Aposentados. Mas a gente não pode afirmar isto pois não há informação na página do sindicato, e como não há visitas dos diretores liberados nas comarcas a gente não conhece eles. É sempre importante conhecer quem é que deve estar atuando na mobilização da greve. Isto possibilita arrumar as coisas de forma mais rápida sem ter que passar pelas Secretárias do SINJUSC, que vão tentar apenas encaminhar; ou tirar alguma dúvida diretamente com um diretor específico.
Falar com as pessoas não é função exclusiva do comando de greve, ao contrário, é necessário que os Diretores deixem o conforto da sede do sindicato, agora com seus sofás e televisão de LED e arregacem as mangas para fazer o que pouco fizeram até agora, construir a greve.
A categoria está empolgada. A assembleia deu mostra disto, mas independente de tudo é necessário ainda mais, muito mais. Não dá para ficar encastelado num sindicato esperando que a base faça tudo. O SINJUSC possui hoje 6 (seis) diretores liberados, o dobro praticamente do que tinha até 2013, e quantas comarcas os Diretores (eu disse diretores e não membros do comando) visitaram? Na verdade quem são os diretores liberados do sindicato? Boa pergunta, pois o SINJUSC não divulga na sua página quem é liberado ou o que fez nestes últimos anos e tampouco seus telefones celulares para serem chamados para discussão.
Os liberados, pelo que pude reparar devem ser Laércio - Presidente, Luisão - Secretário Sindical, Carlos Wehle - Secretário Geral, Valdevino - Tesoureiro, Mauri - Jurídico, Mara - Aposentados. Mas a gente não pode afirmar isto pois não há informação na página do sindicato, e como não há visitas dos diretores liberados nas comarcas a gente não conhece eles. É sempre importante conhecer quem é que deve estar atuando na mobilização da greve. Isto possibilita arrumar as coisas de forma mais rápida sem ter que passar pelas Secretárias do SINJUSC, que vão tentar apenas encaminhar; ou tirar alguma dúvida diretamente com um diretor específico.
Falar com as pessoas não é função exclusiva do comando de greve, ao contrário, é necessário que os Diretores deixem o conforto da sede do sindicato, agora com seus sofás e televisão de LED e arregacem as mangas para fazer o que pouco fizeram até agora, construir a greve.
04/04/2015
O Fim da Política do Cafezinho!
Em 2013, ano da eleição do SINJUSC, difundiu-se pela categoria que os avanços econômicos na pauta dos trabalhadores não aconteciam pela falta da capacidade de negociar por parte da direção do sindicato. Que modernas técnicas de negociação fariam acontecer incrementos financeiros em rápido prazo e que apresentar-se com terno, gravata e levando caixas de maçãs para o Presidente do Tribunal de Justiça estariam resolvidos todos os nossos problemas. Eu também gostaria que fosse assim tão fácil. Ao cabo de menos de um ano e meio a “política do cafezinho” nada mais fez angariar retrocessos, mas a categoria não aceita calada.
A exigência de assembleias em Florianópolis e com o indicativo de greve na pauta da assembleia foram exigências da base do nosso sindicato. Claro, não foi fácil fazer avançar esta pauta. Quase na metade da gestão é que a diretoria, depois do xingamento de alguns e sob muita pressão, cedeu “os anéis para não perder os dedos” e fez uma assembleia em Florianópolis. O indicativo de greve só foi conquistado após uma grande briga dentro do Comando de Greve, onde a Diretoria se colocava contrária a inclusão deste item na pauta e os escolhidos na Assembleia de Lages faziam a defesa do interesse da categoria.
Da mesma forma observamos nos documentos enviados aos CNJ o objetivo de tentar protelar ao máximo a deliberação da categoria. “Evitar a greve a qualquer custo” não é uma frase de quem defende os interesses dos trabalhadores. Querer “conceder tempo para o Tribunal de Justiça” também não foi aceito na Assembleia de Lages. E tratar parte da categoria como um “bando de revoltosos” é desmerecer todos os trabalhadores do judiciário catarinense, e não apenas os mais a esquerda. Adulterar a ata da assembleia de Lages não foi um movimento inteligente, ao contrário, retirar dali a deliberação do indicativo de greve só mostrou para a base o que uma direção irmanada com interesses outros, é capaz.
A realização de uma grande assembleia em Florianópolis não foi o fruto da mobilização de uma diretoria (ao contrário), foi fruto de uma gestão que apesar de legítima e atuando adequadamente com seus propósitos não soube ver que a política do cafezinho não estava dando certo e que a categoria já havia trocado de rumo. A legitimidade de uma diretoria não se dá uma única vez com sua eleição, como se a partir dali todas as suas políticas deveriam ser implementadas e tornarem-se imutáveis, mas ao contrário, se evidencia no dia-a-dia da vivência do sindicato, na dialética que vivemos cotidianamente.
A “Política do Cafezinho” foi rechaçada pela categoria neste momento. Não quer dizer com isto que a categoria quer agressividade, que a categoria quer xingar o Presidente do Tribunal de Justiça, mas que a categoria quer ter o controle do encaminhamento de suas vontades, quer ditar as suas normas e seguir o seu caminho, construído na sua história e nas suas escolhas. A categoria, neste momento, escolheu pela luta, pois dela advém suas vitórias!
A exigência de assembleias em Florianópolis e com o indicativo de greve na pauta da assembleia foram exigências da base do nosso sindicato. Claro, não foi fácil fazer avançar esta pauta. Quase na metade da gestão é que a diretoria, depois do xingamento de alguns e sob muita pressão, cedeu “os anéis para não perder os dedos” e fez uma assembleia em Florianópolis. O indicativo de greve só foi conquistado após uma grande briga dentro do Comando de Greve, onde a Diretoria se colocava contrária a inclusão deste item na pauta e os escolhidos na Assembleia de Lages faziam a defesa do interesse da categoria.
Da mesma forma observamos nos documentos enviados aos CNJ o objetivo de tentar protelar ao máximo a deliberação da categoria. “Evitar a greve a qualquer custo” não é uma frase de quem defende os interesses dos trabalhadores. Querer “conceder tempo para o Tribunal de Justiça” também não foi aceito na Assembleia de Lages. E tratar parte da categoria como um “bando de revoltosos” é desmerecer todos os trabalhadores do judiciário catarinense, e não apenas os mais a esquerda. Adulterar a ata da assembleia de Lages não foi um movimento inteligente, ao contrário, retirar dali a deliberação do indicativo de greve só mostrou para a base o que uma direção irmanada com interesses outros, é capaz.
A realização de uma grande assembleia em Florianópolis não foi o fruto da mobilização de uma diretoria (ao contrário), foi fruto de uma gestão que apesar de legítima e atuando adequadamente com seus propósitos não soube ver que a política do cafezinho não estava dando certo e que a categoria já havia trocado de rumo. A legitimidade de uma diretoria não se dá uma única vez com sua eleição, como se a partir dali todas as suas políticas deveriam ser implementadas e tornarem-se imutáveis, mas ao contrário, se evidencia no dia-a-dia da vivência do sindicato, na dialética que vivemos cotidianamente.
A “Política do Cafezinho” foi rechaçada pela categoria neste momento. Não quer dizer com isto que a categoria quer agressividade, que a categoria quer xingar o Presidente do Tribunal de Justiça, mas que a categoria quer ter o controle do encaminhamento de suas vontades, quer ditar as suas normas e seguir o seu caminho, construído na sua história e nas suas escolhas. A categoria, neste momento, escolheu pela luta, pois dela advém suas vitórias!
03/04/2015
Comandos Locais de Greve devem ser efetivados
O Comando de Greve Geral foi escolhido e ampliado na última Assembleia Geral da Categoria em Florianópolis em 31 de março. Contudo é importante que cada comarca escolha e comunique ao SINJUSC e ao Comando de Greve Geral quem são os contatos para realizar a ponte entre a base da categoria e a organização da Greve. Assim, os colegas devem eleger democraticamente seus Comandos Locais e informar ao Comando Geral.
O Comando Local é responsável por organizar a greve na comarca. Deve estar municiado de Cartilha de Greve, deve dispor de cartazes, faixas, folders e todo o material necessário para informar a população do que está acontecendo, principalmente fazer a ponte com magistrados, advogados e a sociedade. Para tanto é necessário fazer uma reunião nos próximos dias na comarca e comunicar ao Comando Geral quem são os contatos.
As informações também poderão ser encaminhadas e postadas no facebook do Grupo Servidores Unidos do TJSC. Lá os colegas estão se comunicando e trocando informações sobre o andamento e organização da greve. Este blog também se coloca à disposição mas o formato e a linguagem próprias de um blog tem suas limitações; informações mais rápidas podem ser acessadas via facebook.
O Comando Local é responsável por organizar a greve na comarca. Deve estar municiado de Cartilha de Greve, deve dispor de cartazes, faixas, folders e todo o material necessário para informar a população do que está acontecendo, principalmente fazer a ponte com magistrados, advogados e a sociedade. Para tanto é necessário fazer uma reunião nos próximos dias na comarca e comunicar ao Comando Geral quem são os contatos.
As informações também poderão ser encaminhadas e postadas no facebook do Grupo Servidores Unidos do TJSC. Lá os colegas estão se comunicando e trocando informações sobre o andamento e organização da greve. Este blog também se coloca à disposição mas o formato e a linguagem próprias de um blog tem suas limitações; informações mais rápidas podem ser acessadas via facebook.
02/04/2015
Blog emjustica lança campanha: #dia9tonagreve
Uma campanha de unidade da categoria é sempre mais produtiva do que uma campanha que busca a desunião. Convidar e convocar as pessoas para as atividades importantes da categoria tem mais resultado do que buscar a desunião e a não participação. Com este espírito lançamos em meados de março a campanha #euvounaassembleiadia31, a fim de chamar todos os trabalhadores para participarem da assembleia, e quem veio percebeu o quão importante é a presença de cada um e de todos. Agora é importante também que os colegas busquem participar da greve no dia 9 de abril, quinta-feira, caso a Administração do TJ não atenda nossas reivindicações, assim, surge a campanha #dia9tonagreve.
#dia9tonagreve é para que todos percebam que é importante a adesão ao movimento a fim de que todos conquistem benefícios, e não apenas alguns. A luta conjunta é mais difícil, mas também é mais produtiva, e o Tribunal de Justiça sabe disto e agirá no sentido de dividir nossa categoria. O importante é não deixarmos ser seduzidos pelo "canto da sereia". Comarcas já informaram neste blog que irão parar 100%, assim como alguns cartórios também já se manifestaram com adesão em 100% a greve no dia 9. Isto é ótimo e precisa avançar, principalmente no processo de comunicação.
A assembleia contou com a presença de aproximadamente 1500 pessoas, mas nossa categoria é de 7000 a grosso modo. Assim, há que se cair na estrada e conversar com muito mais gente. Já pensou se a assembleia tivesse a presença de 3000 ou 4000 pessoas? Imaginem a força que isto possui e o temor que isto causaria? Por isto a importância que o Tribunal de Justiça vê em buscar a nossa divisão. Então, para atingir esse total de pessoas é necessário usar o dinheiro do Imposto Sindical, aprovado em assembleia, na consumação da greve. Fazer camisetas, adesivos, cartas à população, folders, faixas e material para divulgar a greve. Tem que colocar sim as faixas nos fóruns para que a população fique sabendo o que está acontecendo. Tem que afixar sim cartazes nos cartórios a fim de que os advogados saibam que iniciaremos o movimento paredista. Tudo isto é importante para dar validade jurídica a greve.
#dia9tonagreve não é só para a nossa base que mostrou o seu interesse. É também para a direção do nosso sindicato que deve começar a participar do processo de mobilização e não ficar encastelado no SINJUSC. Tem que ir pras comarcas, visitar as pessoas, conversar com todos, favoráveis ou não favoráveis à greve. Tem que conversar e tentar convencer. O Comando de Greve já fez isto para a assembleia e o resultado (destes que não são liberados) foi imenso. Mas pode e deve ser ainda muito maior no momento da greve! Tá na hora de afirmar #dia9tonagreve!
PS. Este blog não pretende fazer recesso nos feriados, prefere construir a greve!
#dia9tonagreve é para que todos percebam que é importante a adesão ao movimento a fim de que todos conquistem benefícios, e não apenas alguns. A luta conjunta é mais difícil, mas também é mais produtiva, e o Tribunal de Justiça sabe disto e agirá no sentido de dividir nossa categoria. O importante é não deixarmos ser seduzidos pelo "canto da sereia". Comarcas já informaram neste blog que irão parar 100%, assim como alguns cartórios também já se manifestaram com adesão em 100% a greve no dia 9. Isto é ótimo e precisa avançar, principalmente no processo de comunicação.
A assembleia contou com a presença de aproximadamente 1500 pessoas, mas nossa categoria é de 7000 a grosso modo. Assim, há que se cair na estrada e conversar com muito mais gente. Já pensou se a assembleia tivesse a presença de 3000 ou 4000 pessoas? Imaginem a força que isto possui e o temor que isto causaria? Por isto a importância que o Tribunal de Justiça vê em buscar a nossa divisão. Então, para atingir esse total de pessoas é necessário usar o dinheiro do Imposto Sindical, aprovado em assembleia, na consumação da greve. Fazer camisetas, adesivos, cartas à população, folders, faixas e material para divulgar a greve. Tem que colocar sim as faixas nos fóruns para que a população fique sabendo o que está acontecendo. Tem que afixar sim cartazes nos cartórios a fim de que os advogados saibam que iniciaremos o movimento paredista. Tudo isto é importante para dar validade jurídica a greve.
#dia9tonagreve não é só para a nossa base que mostrou o seu interesse. É também para a direção do nosso sindicato que deve começar a participar do processo de mobilização e não ficar encastelado no SINJUSC. Tem que ir pras comarcas, visitar as pessoas, conversar com todos, favoráveis ou não favoráveis à greve. Tem que conversar e tentar convencer. O Comando de Greve já fez isto para a assembleia e o resultado (destes que não são liberados) foi imenso. Mas pode e deve ser ainda muito maior no momento da greve! Tá na hora de afirmar #dia9tonagreve!
PS. Este blog não pretende fazer recesso nos feriados, prefere construir a greve!
01/04/2015
"Tá achando ruim, existem 42.728 querendo a tua vaga"
Tribunal de Justiça postou duas notas sobre a assembleia dos trabalhadores. A pior parte do texto da primeira nota diz que "o Tribunal de Justiça realizou concurso público para provimento de 32 cargos, do qual participaram 42.728 candidatos". Poderiam ser mais responsáveis e delicados (mas esperar o quê?). Poderiam também dizer que existiram 4.924 candidatos em 2013 que pleiteavam ingressar na "Magistratura". Ou seja, para cada juiz existente em Santa Catarina há pelo menos 10 dispostos a trabalhar pelos mesmos salários, então, não é necessário também dar aumento para nenhum magistrado. As comparações podem ainda avançar para campos mais distintos, mas isto não levaria para outro lugar que não o ódio, coisa que evitamos ao máximo neste blog.
A comparação efetuada na primeira nota só não foi pior que a segunda quando esta última afirmava que a situação dos trabalhadores se "não é ideal, tampouco é de penúria", ou seja, nesta lógica somente será importante efetuar um ajuste no pagamento dos trabalhadores se estes se encontrarem em estado de "penúria". Penúria, como bem colocou um colega na rede social é sinônimo de miséria, pobreza, necessidade....
O tom das duas notas é distinto, com certeza. A primeira buscava apenas achincalhar com os trabalhadores, mostrar-lhes "o seu devido lugar". A segunda buscou ser mais polida e apontava para o diálogo. Mas há que existir efetividade nas intensões, pois senão serão apenas isto, intensões, e delas bem sabemos o local onde não faltam.
Os trabalhadores já apontaram sua pauta prioritária e alternativa ao TJ. Falta este expor quais as condições para alcançar estes pleitos. O que está disposto a fazer. Disposição é importante, assim como ação.
TJ triplica a gratificação de produtividade de magistrados cooperadores
Parece que pouco importou os trabalhadores na data de ontem (31/03) terem feito uma grande assembleia na frente do Tribunal de Justiça mostrando e divulgando o descaso que existe no pedido dos trabalhadores e a forma distinta com que os pleitos da magistratura são atendidos. Publicada a Resolução Conjunta 2-2015 observamos que o Tribunal de Justiça triplicou o valor da gratificação paga aos magistrados cooperadores.
Anteriormente a gratificação que podia variar de 5% até 10% pela Resolução 6-2014, agora passa a ter o valor variando de 15% a 30% com a nova Resolução da Corregedoria e da Presidência. Ou seja, na verdade triplicando o total daquilo que poderia ser pago. Para isto, como se observa, não é necessário passar pela Assembleia Legislativa. Tal pagamento se faz por ato da Presidência com a publicação de uma simples resolução. Também é por Resolução que o Presidente do TJ poderia recompor o valor do auxílio-alimentação congelado por 2 anos, ou mesmo ampliar de forma universal o auxílio-saúde aos trabalhadores do judiciário, mas isto é outra história, isto é para "pobres".
A Associação dos Magistrados Catarinenses encaminhou ofício ao Presidente do Tribunal de Justiça pedindo para que não fossem parados os pleitos da magistratura, mesmo sabendo das dificuldades dos trabalhadores. Mesmo sabendo que os trabalhadores, em sua maioria, recebem como salário menos do que um magistrado recebe apenas de auxílio-moradia. Triste perceber que mesmo com os gritos proferidos na Assembleia Geral, mesmo com a publicação de tantos e tantos artigos dando conta do disparate, mesmo com as faixas e cartazes trazidos para a assembleia nossa voz não ecoa e não encontra abrigo na presidência.
Dia 9 de abril é Greve!
Anteriormente a gratificação que podia variar de 5% até 10% pela Resolução 6-2014, agora passa a ter o valor variando de 15% a 30% com a nova Resolução da Corregedoria e da Presidência. Ou seja, na verdade triplicando o total daquilo que poderia ser pago. Para isto, como se observa, não é necessário passar pela Assembleia Legislativa. Tal pagamento se faz por ato da Presidência com a publicação de uma simples resolução. Também é por Resolução que o Presidente do TJ poderia recompor o valor do auxílio-alimentação congelado por 2 anos, ou mesmo ampliar de forma universal o auxílio-saúde aos trabalhadores do judiciário, mas isto é outra história, isto é para "pobres".
A Associação dos Magistrados Catarinenses encaminhou ofício ao Presidente do Tribunal de Justiça pedindo para que não fossem parados os pleitos da magistratura, mesmo sabendo das dificuldades dos trabalhadores. Mesmo sabendo que os trabalhadores, em sua maioria, recebem como salário menos do que um magistrado recebe apenas de auxílio-moradia. Triste perceber que mesmo com os gritos proferidos na Assembleia Geral, mesmo com a publicação de tantos e tantos artigos dando conta do disparate, mesmo com as faixas e cartazes trazidos para a assembleia nossa voz não ecoa e não encontra abrigo na presidência.
Dia 9 de abril é Greve!
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