Vários projetos aguardam no Tribunal Pleno a decisão da Comissão de Valorização da Magistratura. Os benefícios vão desde a
gratificação pelo desempenho da função de Juiz Agrário, passando pela
gratificação pelo desempenho como Diretor da Academia Judicial e a extensão
retroativa da gratificação por participar cumulativamente de câmara isolada (Res. 34/2011).
A gratificação para a função de Juiz Agrário (processo
2014.018545-9) está com a Des. Soraya Nunes Lins. Na sessão que votou-se pelo
aguardo da Comissão de Valorização da Magistratura foi deliberado que o valor
da gratificação deveria incidir sobre o subsídio atual do magistrado
(substituto, inicial, final ou especial), e não sobre o valor do subsídio do
substituto apenas (início de carreira), da mesma forma já está decidido a
retroatividade dos efeitos em até cinco anos.
Para a gratificação pelo desempenho da função de Diretor da
Academia Judicial tratam os autos 443378-2011.5 e o processo 509176-2013.4.
Sobre estes processos de concessão de gratificação os magistrados apenas
aguardam a verificação da situação de magistrados inativos, ou com a
possibilidade de participação ou com a retroatividade do caso possivelmente.
Quanto ao requerimento formulado pela Associação dos
Magistrados Catarinenses, nos autos do processo 2012.011579-3 em que é
postulada a extensão retroativa da Resolução 34/2011, que trata do exercício
cumulativo pelo desempenho em câmara isolada já se deliberou que o pagamento
será feito pelo subsídio do juiz enquadrado (e não sobre o início da carreira),
com efeitos a contar de 7 de dezembro de 2006, nos percentuais de 6% e 15%.
As gratificações jorram por todos os lados e em breve serão
apreciadas pelo Tribunal Pleno que, provavelmente, determinará o pagamento de
forma administrativa e com a celeridade que é de costume nos casos. Enquanto
isto não há informes sobre o Novo Plano de Cargos e Salários dos trabalhadores
e da reunião que ocorreu (ou teria ocorrido) na última semana.